20 de outubro 2009
 
Mundo livre – Melô das Musas

O mangue já não está apenas sob o calçamento. A máxima do Mangue Beat, movimento cultural que influenciou a música do mundo, subiu a rampa do Planalto: a Mundo Livre SA recebeu, a Medalha de Ordem ao Mérito Cultural. A honraria veio justamente com o lançamento da sexta bolachinha da banda, o CD Bebadogroove Vol. 1 Garagesambatransmachine.

 
 
 
05 de agosto 2009
 
Seu Chico - João e Maria

Julinho da Adelaide já escreveu, prenhe de razão, que "Mais vale uma filha na mão do que dois pais voando". Chico Buarque, porém, foi além dos ensinamentos de seu heterônimo: sem perder os pais de vista, ele consegue atrair para sua mão, há gerações, as filhas (e filhos). Como agora, com a banda pernambucana Seu Chico, que vem conquistando o público em suas apresentações no Recife. Formado por Tibério(vocal), Vitor Araújo(teclado), Dom Angelo (violão), Bruno Cupim (cajon) e o convidado Grilo (pandeiro), o grupo, dedicado à obra do artista, costuma encerrar suas apresentações com "Jorge Maravilha" (dos versos acima), pondo para dançar, em boates, pequenas multidões de filhos que talvez estejam prestando atenção pela primeira vez na obra do compositor favorito de seus pais.
 
 
 
05 de agosto 2009
 

Chover - Clipe - Cordel do Fogo Encantado

A lona do circo foi desarmada. Depois de percorrer praticamente todo o país com o espetáculo que anunciava a passagem de um palhaço sem futuro e que rendeu indicações às mais respeitadas premiações musicais, o Cordel do Fogo Encantado lança seu terceiro disco: “Transfiguração”. O trabalho completamente autoral reflete as mudanças na trajetória do grupo, que em 1997 saiu da pequena Arcoverde, sertão pernambucano brasileiro, para ganhar os ouvidos e as praças do mundo inteiro. Confira Cordel Do Fogo Encantado com “Chover”.

 
 
 
09 de julho de 2009
 
Maciel Melo e Petrúcio Amorim – “Meu cenário”

Nascido em Iguaraci, no sertão pernambucano, filho de Mestre Louro, músico e consertador de foles de oito baixo, Maciel Melo, aos 16 anos, mudou-se para Petrolina, onde morou durante 16 anos. Em 1986, influenciado pelo som catingueiro de Elomar, Vital Farias, Xangai, Dominguinhos mergulha na música, incorporando a ela toda bagagem que trouxe da pequena Iguaraci. Estreou em disco, no ano seguinte, com um LP,Desafio das léguas,no qual ratificava seu talento de letrista e melodista,mas também escancarava as influências dos artistas citados (Vital Farias, Xangai e Décio Marques participam do disco). O Quinteto Violado foi o primeiro grande nome da música nordestina a gravar Maciel Melo, uma música chamada Erva-doce,em 1985. Depois do namoro com os sons da caatinga, Maciel Melo descobriu sua vocação de forrozeiro, e provavelmente o mais talentoso e autêntico desde José Marcolino. Em 1992, ele estava com dois grandes sucessos radiofônicos,Que nem vem-vem, na voz de Elba Ramalho, e Caboclo Sonhador,com Flávio José, depois gravado também por Fagner.Aí ele já se sacramentara como um dos grandes nomes da música nordestina,continuamente gravado por diversos intérpretes,de Irah Caldeira, a Xangai ou Alcymar Monteiro. Mas sem se descuidar de sua própria carreira de cantor, lançando discos praticamente todo ano. Maciel Melo e Petrúcio Amorim cantam “ Meu Cenário”.
 
 
 
09 de julho de 2009
 
Eddie canta "Pode me chamar" no Poploaded do iG

Banda nascida em Olinda, no final dos anos 80. Incorporou-se naturalmente ao movimento mangue, gravando em 1997, o primeiro disco, Sonic Mambo, nos EUA, pela Roadunner. Ao longo dos anos, a Eddie sofreu várias mudanças na formação, no estilo, mas sempre sobre a batuta do guitarrista e vocalista Fábio Trummer, formatador do Original Olinda Style, ou seja, uma suingada espécie de samba rock olindense. A Eddie tem feito diversas excursões pelo país e pela Europa.
 

 
 
09 de junho de 2009
 
Véio Mangaba – Suas Pastoras e Banda

Ator, músico, compositor, dançarino, palhaço, velho de pastoril. São várias as personas de Walmir Chagas, recifense do bairro de São José. Ele começou na TV pernambucana, ainda criança. Cantou e dançou frevo em programas da TV Jornal do Commercio (atual TV Jornal),. Na década de 70, entrou para o teatro, e participou do movimento Armorial, idealizado pelo escritor Ariano Suassuna. Foi do Grupo Circense de Dança Popular, embrião do Balé Popular do Recife, onde permaneceu até a década de 80. Em 1977 foi convidado para compor o Trio Romançal, com Antero e Antúlio Madureira. Com o trio gravou um LP (hoje disponível em CD), e apresentou-se pelo Brasil, inclusive no Projeto Pixinguinha. Nos anos 80, a ribalta voltou a ocupar mais o tempo de Walmir Chagas. Seu personagem mais conhecido, o Véio Mangaba , surgiu em 1996, uma parceria com o compositor e cantor Lula Queiroga, calcado em famosos mestres de pastoril, como o Velho Barroso e o Faceta. Neste mesmo ano gravou um disco do Véio Mangaba e Suas Pastoras Endiabradas, pelo selo Geléia Geral, de Gilberto Gil. Walmir Chagas desde então vem dividindo-se entre a música e o teatro.
 
 
09 de junho de 2009
 
DJ Dolores e Orchestra Santa MassaA - Santa Massa Chegou

O sergipano Helder Aragão foi um dos participantes do movimento mangue, como designer. Os caranguejos com cérebro que decoram o primeiro release do movimento mangue são de sua autoria. Ligado em música eletrônica, Hélder, rebatizado de DJ Dolores, começou a criar seu som no final dos anos 90. Veio em seguida a orquestra Santa Massa, que mesclava progamações e grooves com ritmos regionais. O grupo logo ganhou notoriedade nacional e o mundo. Atualmente com a Aparelhagem, Dolores é um dos DJs brasileiros com mais nome no circuito europeu (com eventuais incursões pelos EUA). Já lançou dois CDs.
 
 
 
22 de abril de 2009
 
Mundo Livre S/A – Meu Esquema

"Por Pouco", o quarto disco do Mundo Livre ganhou as lojas no segundo semestre do ano 2000. O título faz referência a esse eterno gozo interrompido que parece dominar a vida brasileira. É o trabalho supostamente mais comercial do grupo, na verdade, uma aula de política, onde os ajustes “comerciais” - a voz colocada em primeiro plano, por exemplo - servem muitas vezes para deixar transparentes aspectos mais subversivos - as letras detonando guerras, muros econômicos e intervenções “humanitárias”. “Por Pouco” ganhou o prêmio de melhor disco do ano da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte). A balada "Meu Esquema" foi escolhida como tema do programa "Tudo de Bom", da MTV, apresentado semanalmente de New York pela estrela Luana Piovani. A faixa também foi apontada por um batalhão de críticos - convidados pela revista Showbizz - como uma das três melhores músicas do ano 2000.
 
 
 
22 de abril de 2009
 
Terceira Edição – Mundo Mudo

Banda pernambucana, formada em julho de 2003, a Terceira Edição tem como integrantes Thiago Guerra (bateria), Thiago Régis (guitarra), Victor Cahú (guitarra, voz) e Vinicius Frota (voz, violão), e adotou esse nome ainda no tempo em que era apenas um trio, pelo fato de seus integrantes fundadores já terem participado de dois projetos anteriores com a mesma proposta: Fazer um Rock-pop-distorcido de personalidade e sonoridade próprias.

A banda já carrega uma considerável bagagem de apresentações, dividindo palcos com várias bandas de renome, tais como Os Paralamas do Sucesso, Nando Reis, J.Quest, Paulo Ricardo, Cpm 22 e Capital Inicial, acumuladas ao longo de várias participações em festivais, nos quais se destacam o FIG 2005 (Festival de Inverno de Garanhuns), e o Próprio Coca-Cola Vibe Zone.

 

 
 
31 de março de 2009
 
Suvaca diPrata - DIA D

A Suvaca diPrata surgiu no Recife, no segundo semestre de 2001. Igor Gazatti (voz), Gilberto Bezerra (guitarras, moog, efeitos), Rodrigo Coelho (baixo, efeitos, voz), Joaquim Leão (bateria, samplers, voz), Fernando Almeida (teclados, samplers, efeitos, voz) e João de Souza Leão (guitarras, efeitos, voz) montaram um repertório com clássicos do balanço para tocar. Antes da Suvaca, todos os músicos já haviam tocado em outras bandas, como Jorge Cabeleira, River Raid e Supersoniques.

O clipe de Dia D, uma animação produzida em parceria com o estúdio Céu e Cigarra de São Paulo, foi lançado em outubro de 2004 na MTV e o no Multishow, passando a fazer parte da programação das emissoras. Dia D, o clipe, foi vencedor no concurso Frame A Frame, realizado por Cinemark e Associação Brasileira de Documentaristas (ABD-SP). Como premiação, ganhou uma versão em película (35mm) e foi exibido em salas de projeção pelo país. Ainda em 2005, o clipe também foi apresentado no Animamundi, festival de animacão internacional.

 
 
 
31 de março de 2009
 
Volver - Você Que Pediu

Com a intenção de fazer o que gosta, a banda Volver, do Recife, surgiu na contra-mão da cena local, em abril de 2003, cantando, entre outras coisas, desilusões, rejeições e o amor com cores de Jovem Guarda, em um cotidiano ainda adolescente, perdido entre o princípio da seriedade madura e o acaso de um certo deboche juvenil.

Após algumas reformulações, a banda se estabiliza com Bruno Souto (vocal e guitarra), Diógenes Baptisttella (guitarra), e Fernando (baixo).

O primeiro Cd do grupo, Canções perdidas num canto qualquer, foi lançado oficialmente no Abril Pro Rock 2005, pelo selo SenhorF Discos (Brasília-DF) e distribuído pela Tratore e Monstro Discos. Canções perdidas num canto qualquer foi indicado pelo jornal Correio Braziliense (DF), como um dos dez melhores Cd´s de rock do Brasil em 2005.
 
 
 
18 de março de 2009
 
Siba e a Fuloresta do Samba

Um dos criadores do grupo Mestre Ambrósio, Siba Veloso empreendeu uma manobra ousada. Trocou a agitada São Paulo pela tranqüila Nazaré da Mata e passou a conviver com músicos como Biu Roque, Mané Roque, Cosme Antônio, Roberto Manoel, Dyogenes Santos, Galego, Zeca. Para tanto, teve que se despir de costumes aprendidos na universidade e imergir na cultura dos novos companheiros de grupo. O grupo já gravou um disco, está em preparo de outro e tem feito apresentações pelo Brasil afora e constantes turnês pela Europa.
 
 
 
18 de março de 2009
 
Petrúcio Antônio de Amorim, nasceu em Caruaru-PE, em 25 de janeiro de 1959, no bairro do Vassoural. Intuitivamente aos nove anos de idade juntava sons e palavras e fazia suas primeiras canções, mas ao doze anos já sonhava com suas músicas tocando nas emissoras do local. A devoção musical veio mesmo quando começou a participar dos festivais estudantis. Em 1979 participou do segundo encontro Latino Americano de folclore, festival realizado na Sala de Cultura Luiza Maciel, em Caruaru. Concorreu com três musicas e teve a felicidade de ganhar o festival com as três. Os prêmios foram entregue por Luiz Gonzaga (o Rei do Baião). A partir desta data tudo mudou quanto ao incentivo e elogios constantemente dados pelos amigos e admiradores. Teve finalmente sua primeira música gravada por Azulão (Confissão de um Nordestino), era o início da realização de um sonho.

Ao todo são quatro LPs, seis CDs e mais de 200 músicas gravadas, em média uns 50 sucessos e dezenas de intérpretes cantando suas músicas pelo Brasil. Sucessos como: Confidências, Devagar, Lembranças, Estrela Cadente, Nem olhou pra mim, Como posso te esquecer, Menino de rua, Fiel com um cão, Cidade grande, Forró Brasileirinho, Meu ex-amor, Tareco e Mariola, Anjo Querubim, Filho do Dono, Meu Cenário e muitas outras. Em 2005 comemorou 25 anos de carreira como compositor.
 
 
 
09 de janeiro de 2009
 
Karina Buhr é líder da banda Comadre Fulozinha, com quem gravou os CDs Comadre Florzinha (1999) e Tocar na Banda (2003) e grava agora o terceiro cd do grupo. Também assina as ilustrações das capas e encartes dos CDs da banda. No trabalho solo é acompanhada por Otávio Ortega (teclado e programações), Bruno Buarque (bateria), Mau (baixo) e Gui Mendonça (trompete). Arranjos inusitados, tendo na formação bateria, trompete, teclado, programação e baixo vem nesse trabalho mostrar um lado ainda não revelado, que remete a imagens fortes e com interpretações bem particulares. Karina foi integrante das bandas Eddie, Dj Dolores e Orchestra Santa Massa, Bonsucesso Samba Clube, Veio Mangaba e Suas Pastoras Endiabradas, Zabumba Veia do Badalo e dos maracatus Estrela Brilhante (1994/1998) e Piaba de Ouro (1994/1995) entre outros. Essa bagagem traz pra sua música muitas influências que vão se revelando a cada nova audição, mesmo sem a presença, aqui, dos tambores que marcam sua trajetória. Radicada em São Paulo há 4 anos integra a companhia Teatro Oficina Uzina Uzona, com direção de José Celso Martinez Correa.
 
 
 
09 de janeiro de 2009
 
Vitor Araújo, de apenas 18 anos, derruba convenções e formalismos da praxe musical em suas apresentações. Polêmico (já recebeu puxões de orelha de Maria Clodes Jaguaribe e Marlos Nobre), o pianista não parece nada daquilo que julgam seus detratores. Sereno e tranqüilo, imprime sua verve jazzística, com arranjos muito próprios a clássicos de Villa-Lobos (Bachianas nº 4), Chico Buarque (Samba e amor) e Luiz Gonzaga (Asa Branca).
 
 
 
26 de novembro de 2008
 
Os pernambucanos Rica Amabis, Pupillo e Dengue, são os responsáveis pela gravação do recém lançado “ Na Confraria das Sedutoras”. No disco, os músicos – que também integram a Nação Zumbi- , reúnem vocais femininos que se alternam em todas as faixas. Tiraram as mulheres da condição de musa por contingência. Mas sem perder a libido jamais. A formação do 3 na Massa consegue ser a melhor novidade em se tratando de bandas paralelas dessa leva interminável de novos projetos pop eletrônicos. Suas influências formam uma colagem sonora e visual tão heterogênea quanto se consegue ser ultimamente na música contemporânea. Metais que lembram em muitos momentos a Orquestra Imperial, ou a excelente Vermute de Recife.
 
 
 
26 de novembro de 2008
 
Nascido em Sítio Novo, Olinda, Erasto Vasconcelos é hoje um dos mais queridos músicos da cena musical pernambucana. Com 40 anos de carreira, ele já trilhou uma longa estrada, que inclui trabalhos com Gilberto Gil e Caetano Veloso. No Rio, com morou com parte dos músicos do clube da Esquina, e em Nova Iorque, onde gravou com os músicos que mais tarde formariam o Living Colour, e fez shows com Stan Getz. Em 1977, ele gravou com Marcio Montarroyos e Hermeto Pascoal o disco Stone Alliance. O primeiro disco solo de Erasto Vasconcelos, Jornal da Palmeira foi lançado em 2005, é uma reunião de canções compostas ao longo de mais de 20 anos, sendo bastante elogiado pela imprensa do país inteiro.
 
 
 
05 de agosto de 2008
 
Geraldo Azevedo começou a aprender violão por conta própria em Petrolina, onde nasceu. Na juventude mudou-se para Recife, onde integrou o grupo Construção, de que faziam parte Naná Vasconcelos, Teca Calazans e membros do Quinteto Violado, Marcelo Melo e Toinho Alves. Aos 22 anos foi para o Rio de Janeiro e tocou no Quarteto Livre, que acompanhava Geraldo Vandré. Gravou o primeiro disco em 1972 junto com Alceu Valença, resultado da performance da dupla no Festival Internacional da Canção daquele mesmo ano. Sua música se caracteriza pela mistura de frevo, música negra, bossa nova e letras elaboradas, algumas em parceria com outros poetas como Capinam e Geraldo Amaral. Muitas de suas músicas de maior sucesso se tornaram populares com a auxílio de novelas e programas de televisão. "Caravana" fazia parte da trilha sonora de "Gabriela", e "Arraial dos Tucanos" musicava a série "Sítio do Pica-pau Amarelo". Gravou diversos discos solo ao longo de sua carreira, e fez sucesso com "Juritis e Borboletas", "Barcarola do Rio São Francisco" (com Carlos Fernando) e "Canta Coração", gravada por Elba Ramalho. Em 1996 e 1997 se juntou a Elba Ramalho, Zé Ramalho e Alceu Valença para o show que deu origem aos discos "O Grande Encontro" e "O Grande Encontro II".
 
 
 
05 de agosto de 2008
 
Cantora com timbre peculiar e marcante, Isaar foi um dos destaques do festejado grupo Comadre Florzinha, com o qual passou oito anos, viajando pelo Brasil e exterior, deixando seu trabalho registrado em dois discos. Iniciada na música em festas populares, onde era comum se ouvir coco, maracatu, afoxé, Isaar levou sua bagagem musical para a Orquestra Santa Massa criada por Hélder Aragão, o DJ Dolores. Isaar participou de peças de Zé Celso, no Teatro Oficina, em filmes de João Falcão e Eliana Café, além de participar de gravações com Antonio Nóbrega, Silvério Pessoa, Mundo Livre S/A e a Eddie.
 
 
 
05 de agosto de 2008
 
É através da música e palavras que a Mula Manca e a Fabulosa Figura canta o cotidiano.
Parte da mais recente cena da música popular brasileira, a banda lançou o primeiro álbum em 2004 (O Circo da Solidão) no Abril Pró-Rock.
Em 2005 partiu a galope para a primeira turnê nacional - São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Nessa mesma empreitada venceu o Festival de Cinema e Vídeo de Gramado com o videoclipe Ireny, concorreu ao Prêmio Claro melhor disco de MPB e participou de programas de televisão em rede nacional (MTV e TVE).
Em 2006 a banda recebeu o convite para tocar no REC BEAT e entrou em trabalho de parto do segundo disco.
Em 2007, a Mula lança Amor e Pastel, segundo disco da carreira que confirma a vertente popular brasileira em suas canções, e se prepara para atravessar as fronteiras brasileiras na 1º Turnê Internacional. Com um público cada vez mais cativo, a Mula Manca & a Fabulosa Figura pretende alçar vôos mágicos e sonhos fabulosos.
 
 
 
05 de agosto de 2008
 
Em meados de 1999, surge o Bonsucesso trazendo já de batismo o nome de uma comunidade da cidade de Olinda. Samba Clube, uma justa homenagem ao Buena Vista Social Club – grêmio de festejados artistas cubanos. A interação entre Cuba e Olinda não era à toa, principalmente, porque ambas comungam de uma realidade toda especial – lugares carentes, mas que sobrevivem graças à inventividade de seu povo. A cidade de Olinda serve como pano de fundo e inspiração para a pluralidade sonora da banda, que mistura sons que abrangem do reggae e ao ska jamaicanos, do afro-beat passando pela música latina e do Norte do Brasil, assim como o samba, o coco de roda e demais ritmos pernambucanos.
 
 
 
05 de junho de 2008
 
Antônio Nóbrega, natural de Recife, estudou violino clássico e canto lírico com professores renomados, chegando a tocar em orquestra. Nos anos 70 participou do Quinteto Armorial, com o qual gravou quatro discos e excursionou pelo mundo divulgando a música tradicional nordestina. A partir de 1976 começa a conceber seus próprios espetáculos, misturando dança, artes cênicas e música, participando na década de 80 de festivais de teatro. Pesquisador de dança e música brasileira, radicou-se em São Paulo em 1983 e ajudou a implantar o Departamento de Artes Corporais da Unicamp. Depois de ganhar prêmios no exterior, seu trabalho começou a ter repercussão no Brasil na década de 90 com os espetáculos "Figural", "Brincante" e "Segundas Histórias", os dois últimos estrelados por seu personagem Tonheta, uma mistura de clown e vagabundo que cativa o público. No final da década passou a se dedicar mais à pesquisa musical, e lançou em CD os shows "Na Pancada do Ganzá" (baseado na viagem etnográfico-musical de Mário de Andrade pelo Brasil) e "Madeira que Cupim Não Rói". Mantém em São Paulo a Escola e Teatro Brincante, um centro cultural que promove eventos e cursos ligados à dança, música e arte circense.
 
 
 
05 de junho de 2008
 
Banda já consolidada no cenário pop recifense e nordestino, tendo já participado de festivais de peso como o Rec Beat 2005, Abril pro Rock 2005 (quando foi selecionada como um das finalistas para a etapa nordestina do “Claro que é Rock”) e MADA (Natal), a Rádio de Outono finalmente lança seu disco de estréia, que leva o nome do grupo. E nele encontramos algo raro no circuito nacional: uma banda que consegue aliar repertório com potencial radiofônico e de extrema qualidade artística. Marcado pelos teclados de Dídimo Vieira, pela voz doce de Bárbara Jones - que por vezes faz dueto com a do baterista Gleisson Jones - é um trabalho que cativa e emociona, como no lirismo das faixas “Velha Página” (baseada em poema de Olavo Bilac) e na doçura escancarada de “Fim”. Um “Mutantes” em formato absolutamente desconstruído abre o disco com “Além da Razão”.
 
 
 
 
   
 
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Jornalista responsável Margarette Andrea